A WIER é uma empresa brasileira desenvolvedora de soluções tecnológicas em geradores de ozônio, fundada em 2011 e situada em Florianópolis. Utilizamos as tecnologias de Plasma Frio e Ozônio para higienização e descontaminação de ambientes, tratamento de água para consumo, tratamento de efluentes líquidos e gasosos, sanitização nas indústrias de alimentos e envases, diminuição de perdas no mercado agro, além de aplicações domésticas. Temos nossas soluções para mais de 20 países e buscamos impactar positivamente a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo, contribuindo para a preservação do meio ambiente com nossas tecnologias sustentáveis.
Neste cenário, viemos esclarecer os mais recentes acontecimentos envolvendo o nome da WIER, especialmente no que diz respeito ao laudo virucida realizado pela UFSC, o qual confirmamos que se trata de um documento autêntico.
A utilização do termo “Coronavírus” em matérias divulgadas causou os problemas apontados, uma vez que nossos testes não foram feitos com o vírus causadores da COVID-19, mas sim com dois modelos virais para dois tipos gerais de vírus: envelopado (Herpes Simplex) e não envelopado (Adenovírus Humano). Para entender a diferença entre os dois modelos virais, acompanhe a imagem abaixo:
Segundo Dr. Max Lisbôa, Biomédico, Virologista, Mestre em Ciências e Biotecnologia e Doutorando em Ciências pela Universidade Federal Fluminense, uma vez que o equipamento gerador de ozônio OZpro, testado em ambientes fechados, apresentou atividade virucida contra Vírus Envelopados em testes laboratoriais, pode-se afirmar a potencial atividade na inativação da partícula viral desses vírus.
Por mais que os testes não tenham sido realizados com o SARS-CoV-2 (Coronavírus), foram utilizados modelos com envelope bilipídico similar, justificando sua atividade em ser um agente inativador do coronavírus e de outros vírus envelopados. Desta forma, é importante enfatizar que o teste não foi realizado com o coronavírus, como comunicado anteriormente, mas sim com um modelo que corresponde às características do vírus em questão.
A Universidade Federal de Santa Catarina e a Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina (FEESC) são responsáveis apenas pelo resultado do teste da ação do gerador de ozônio nos vírus modelos, envelopado e não envelopado e sua inativação. A conclusão que relaciona o resultado ao coronavírus é de responsabilidade da WIER, desenvolvedora de soluções tecnológicas, que reitera que essa foi uma afirmação da empresa e não do laudo científico emitido pela Universidade Federal de Santa Catarina, já que a mesma não realiza testes com o novo coronavírus.
Assim, da mesma forma que os demais métodos preventivos, o gerador de ozônio da WIER foi divulgado como uma possível forma de eliminar o coronavírus, para ajudar a diminuir a proliferação da doença.
Com base no parecer técnico-científico do Dr. Max Lisbôa, a situação é similar ao uso do álcool em gel 70%, ou sabonetes, por exemplo, que não foram testados com o vírus específico, mas são amplamente utilizados como métodos de prevenção, justamente por possuírem a capacidade de destruir o envelope bilipídico viral. Ou seja, se é possível inativar o vírus envelopado usado como modelo, pode se assumir que a capacidade de inativação se estende a outros similares como o coronavírus. Sendo o gerador de ozônio da WIER um potencial difusor de uma substância virucida para promover a Oxi-sanitização do ambiente, promovendo a destruição do envelope bilipídico dos vírus envelopados.
Alertamos também que estamos tomando todas as providências jurídicas cabíveis à respeito de todos aqueles que acusaram a WIER, contestando a veracidade do laudo virucida e afirmando categoricamente que o mesmo era falso sem apresentar provas que justificassem a acusação.
A WIER reafirma seu compromisso e postura ética com a sociedade, clientes e parceiros, que ao longo dos últimos anos acompanharam inúmeros estudos e descobertas em prol da evolução da tecnologia e sustentabilidade. Seguimos firmes com nossa missão de impactar positivamente 3,6 milhões de pessoas e contribuir com o meio ambiente com o plantio de 70 mil árvores até 2024.



