A correta conservação dos alimentos é uma preocupação que pode evitar graves problemas de saúde, como infecções alimentares e suas consequências. Mas você já conhece o poder do ozônio como um aliado da segurança alimentar? Entenda a seguir como funciona essa tecnologia.
Conservação de produtos in natura
Em busca de um estilo de vida mais saudável, é comum as pessoas adotarem o consumo de produtos que tenham menos aditivos e conservantes em sua composição. A preocupação em ter uma alimentação mais saudável é cada vez maior. O que inclui a ingestão de menos conservantes, aditivos químicos e agrotóxicos.
Aumentar o consumo de produtos in natura é, inclusive, uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) diante dos crescentes índices de obesidade. Mas, sabemos que para isso é necessário uma disciplina para prepará-los diariamente e evitar que os alimentos não estraguem rapidamente.
Para garantirmos um maior tempo de conservação dos alimentos, precisamos considerar o tipo de alimento para manter suas propriedades nutricionais.

Outras estratégias como salmoura, ou conservantes naturais podem deixar resíduos no sabor. Por esse motivo, o ozônio apresenta-se como uma alternativa eficaz para prolongar a vida útil dos alimentos, sem o uso de produtos químicos, apenas da eletricidade. Além disso, traz como benefícios a descontaminação de microorganismos, eliminação de agrotóxicos e resíduos químicos sem interferir no sabor e nos nutrientes desses alimentos.
Conservantes naturais x conservantes artificiais
Sabemos que o sal desde a antiguidade é utilizado na conservação dos alimentos, assim como o alho, o vinagre, no entanto, esses conservantes naturais mudam o sabor dos alimentos.
Ainda que sejam opções melhores do que os conservantes artificiais em questões de saúde, podem mudar as características organolépticas, ou seja, o sabor, a cor e o cheiro dos alimentos.
Principais benefícios do ozônio na conservação dos alimentos:
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Preserva as características como sabor e valor nutritivo
O ozônio é um elemento natural produzido a partir da conversão do oxigênio, por isso, após o seu uso para degradar as enzimas que farão os alimentos estragarem mais rápido, ele retorna ao seu estado original, ou seja, volta a ser oxigênio.
Por isso, ele não deixa nenhum resíduo no alimento, também por ser usado numa concentração muito pequena, apenas o suficiente para eliminar os contaminantes.
Assim, não altera a composição molecular, ou seja, nem o pH, a coloração, e portanto, nem o sabor dos alimentos. Ou seja, não há perda enzimática, dessa forma, não há perda nutricional nem interfere na qualidade do produto fresco.

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Alto poder oxidante: menos alimentos estragados
O ozônio é o mais potente oxidante encontrado na natureza. Mas qual a vantagem disso na conservação dos alimentos por mais tempo?
Os alimentos ao reagirem com o oxigênio reagem. Um exemplo disso é que ao cortarmos uma fruta como a maçã ela rapidamente escurece. O ozônio tem esse efeito antioxidante e previne esse amadurecimento precoce.
Vários estudos já comprovaram tal efeito inclusive em grandes plantações de manga, por exemplo, uma fruta de rápido amadurecimento no pós-colheita. Os agricultores afirmaram que ganharam em torno de 10 a mais de vida útil do alimento.
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Elimina compostos químicos nocivos à saúde: metais pesados, pesticidas e agrotóxicos:
Conforme falamos, o alto poder de oxidação traz benefícios para a nossa saúde.
Há inúmeros produtos químicos que são adicionados nos alimentos para interferir em sua conservação, desde agrotóxicos, até em alimentos pouco processados que recebem algum tipo de conservante artificial.
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O perigo dos conservantes artificiais:
Alguns conservantes artificiais compostos de hidroxilas, metilas e outras substâncias estão presentes em nitritos, por exemplo, apontados como substâncias cancerígenas, encontrados em carnes processadas como presunto, mortadelas, ou em queijos e em alguns vegetais.
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Degrada pesticidas e agrotóxicos:
Além da degradação de compostos sintéticos como pesticidas e agrotóxicos relacionados a inúmeros problemas de saúde, e até a causa de câncer.
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Mais segurança alimentar: Controle total de microorganismos como fungos e bolor:
Não é novidade de que um alimento estragado pode causar um mau estar imediato além dos riscos de problemas mais graves como uma intoxicação alimentar.
Mas nem sempre está visível os esporos de fungos nos alimentos que possam indicar que o alimento já está em processo de decomposição.
O ozônio nesse sentido é um grande aliado para ter mais segurança alimentar: Diminui os riscos de contaminação causadas por microorganismos, como fungos, decorrentes da maturação dos frutos.
O perigo por trás dos esporos dos fungos
Um exemplo disso são as micotoxinas, produzidas por fungos que surgem no período de decomposição dos alimentos. Sua ingestão além dos sintomas imediatos, a longo prazo pode ter um alto potencial carcinogênico, conforme estudos.
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Redução de desperdício:
O ozônio oxida as moléculas que causam a decomposição dos alimentos, evitando gastos desnecessários com alimentos estragados jogados fora em vão.

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Esteriliza o ambiente de armazenamento
O ozônio elimina os esporos presentes na atmosfera do local onde os alimentos serão conservados e moléculas como esporos de fungo e até o gás etileno, também relacionados ao amadurecimento das frutas.
Agora que você já sabe dos benefícios do ozônio para aumentar o tempo de conservação dos alimentos, sabe que é um ótimo custo-benefício, além de ser uma atitude totalmente sustentável.
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