WIER: uma trajetória em torno do compromisso com o desenvolvimento sócio-econômico e sustentável

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Antes de contar a história da WIER, precisamos contar a história do Bruno, CEO da empresa. Na verdade, é difícil pensar em duas histórias excludentes, elas se conectam na inspiração de um menino do interior que cresceu admirando o perfil de executivos e empresários, assim como seus papéis fundamentais para com a sociedade.

“Sempre tive vontade de sair da cidade pequena e buscar uma vida melhor, fazer algo que contribuísse para o desenvolvimento social e econômico do nosso país. Fazendo o Brasil acontecer, como os caras grandes que eu via na TV”.

Uma visão maior do mundo dos negócios

Na televisão sim! Até hoje, Bruno cita uma fala marcante do icônico Silvio Santos em entrevista: “Meu compromisso não é mais gerar faturamento para o SBT e sim, garantir o emprego e a renda que sustenta as famílias de todos os profissionais que trabalham para mim”. Para o nosso CEO, este é, de fato, um dos compromissos do empresário.

Mas não o único. A partir da Revolução Industrial, os danos e alterações ambientais se tornaram uma crescente constante e preocupante, o que fez com que grandes empresas passassem a incluir a questão do ambientalismo em suas práticas. Portanto, para Bruno, a vontade de empreender também sempre esteve atrelada ao compromisso com a humanidade e o planeta.

O meio ambiente e as empresas

Aos 17 anos, mudou para Florianópolis e iniciou a cursar Química, na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Chegou afoito, já querendo ter a sua própria empresa e, obviamente, que buscava algo que diminuísse os impactos ambientais. Via nessa sua vontade a oportunidade de “casar” dois pontos importantes:

1 – Desenvolver algo que fosse de fato agregar valor ao meio ambiente – desenvolvimento sustentável da população e da indústria

2 – Leis ambientais cada vez mais rígidas e a preocupação em torno desse assunto. Logo, se desenvolvesse algo inovador, aumentaria as chances de um retorno financeiro

No segundo ano de faculdade, trocou seu atual emprego por um estágio no laboratório de pesquisa do Departamento de Química da UFSC. Foi lá que Bruno começou a desenvolver a tecnologia de plasma frio.

A novidade e dificuldade em desenvolver química, mecânica e eletrônica desencadearam ainda mais persistência por parte do nosso CEO. Foi necessário contar com o tempo também para que resultados de fato interessantes surgissem e os trabalhos acadêmicos ganhassem destaque em congressos, simpósios e etc. Só então, Bruno teve certeza de que o plasma frio era a tecnologia certa para o seu tão sonhado negócio.

WIER começa a ganhar forma no Sinapse da Inovação

“Quanto mais eu seguia adquirindo conhecimento sobre a tecnologia de plasma frio, mais eu percebia que precisava me desenvolver no assunto”.

Um TCC e um mestrado na área foram fundamentais para que surgisse, aos seus 21 anos, a oportunidade de participar do Sinapse da Inovação: um programa com a proposta de fomentar ideias com potencial de serem negócios de sucesso.

O desenvolvimento do projeto não era fácil na época. Na verdade, era bem desafiador, afinal, de quase duas mil ideias inscritas, apenas sessenta foram aprovadas: “A minha estava lá. Foi então que se iniciou a WIER, no dia 30 de maio de 2011”.

Com o Sinapse, Bruno conseguiu um investimento de 50 mil reais para fazer um pequeno protótipo e um plano de negócios. As atividades todas ocorreram ainda dentro de um laboratório de pesquisa na UFSC e a proposta apresentada foi o desenvolvimento de máquinas para tratamento de efluentes líquidos da indústria têxtil.

Porém, tratavam-se de máquinas grandes e de alto custo, assim se fez necessário buscar outros editais de fomento à inovação para conseguir recursos para desenvolver de fato a empresa. E, claro, permanecer renovando os conhecimentos técnico/científicos para estar à frente da WIER. Só aí, foram mais um doutorado e um MBA com foco administrativo para a conta.

“Consegui alguns recursos oriundos do Projeto PAPPE/FINEP de Inovação, Projeto SENAI/SESI de Inovação, além de classificação para o prêmio EDP Cidades Inteligentes, Empretec, até conseguir ser incubado na renomada e de difícil processo seletivo, Incubadora Celta”.

2014, o ano do salto

Haviam só paredes no Celta. 2014 foi o momento, com dedicação intensa para análise de mercado, aquisição de uma estrutura mínima de trabalho, algumas poucas contratações e, claro, o de praxe: pesquisas, pesquisas, pesquisas. Assim, nasceram as máquinas da linha Purific e para tratamento de efluentes.

As quais Bruno começou a vender sozinho mesmo, só no final de 2015 que, pouco a pouco, foi estruturar um setor comercial dentro da empresa. “No começo, eu mesmo montava as máquinas, comprava peças, fazia cobranças e pré vendas, vendia e emitia boletos”, conta ele.

Hoje não. Hoje a WIER já tem setores estabelecidos de comercial, produção, engenharia, financeiro e segue crescendo. Em suma, nascemos como fruto da inquietação e resiliência do nosso CEO, por não abandonar seu sonho de menino e, mais do que isso, ter ambição e confiança em seu projeto acadêmico. Valeram muito os vários anos quase que confinados dentro de um laboratório.

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