Limpeza de piscina: Passo a passo para manter a água limpa e livre de bactérias

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Que coisa boa é tomar um banho refrescante de piscina, não é mesmo? Para que esta seja realmente uma atividade das mais agradáveis é preciso manter a água de uma piscina limpa e saudável. Mas você sabe quais são os procedimentos utilizados atualmente para uma limpeza de piscina que a deixa realmente própria para um bom banho?

Nós contamos para você como fazer a limpeza de piscina. Vamos começar?

Para começar, saiba que esta não é uma tarefa fácil. Exige bastante paciência e disciplina. Mas seguindo um passo a passo é possível chegar ao resultado esperado e ter a água da piscina livre de bactérias. E mais do que isso, torna a manutenção mais simples e rápida, deixando a piscina sempre pronta para um bom mergulho!

Primeiro passo

O primeiro passo é realizar a limpeza física. Este procedimento envolve a retirada das folhas e dos resíduos em suspensão, uso do decantador, aspirar o fundo e as bordas da piscina, limpar os filtros e o skimmer, entre outros. Nesta limpeza também inclui a manutenção periódica da casa de máquinas, o coração da piscina, onde ficam a bomba que recircula a água e o filtro que remove impurezas maiores. Ambos são equipamentos que necessitam de supervisão frequente para manter seu correto funcionamento.

Essas ações de limpeza de piscina trazem benefícios importantes para sua saúde. São elas que vão impedir que a sujeira se acumule e desequilibre a água, evitando que seja contaminada, além de ajudar a economizar em produtos químicos e reduzir gastos e tempo para cuidar da piscina.

Segundo passo

O segundo passo da limpeza de piscina envolve a manutenção química. Isso é feito para evitar que o uso de uma piscina mal cuidada possa trazer problemas para sua saúde. Isso é feito a partir da medição e da correção dos parâmetros da água. Uma piscina saudável e segura para os banhistas é aquela que tem os parâmetros sempre equilibrados como pH, alcalinidade, cloro livre, cloromina e metais. Como no caso da bomba e do filtro, as medições devem ser feitas com frequência, antes de qualquer produto químico ser adicionado à água, para observar se a piscina está mesmo adequada para banhos.

Como exemplo da falta de equilíbrio, uma piscina que tem o pH fora do seu valor referência pode causar irritação nos olhos e na pele. O nível ideal do pH é entre 7,2 e 7,6. Também é importante manter a alcalinidade da piscina, medida que deve ficar entre 80 e 120 ppm. Ambos os parâmetros podem ser verificados e ajustados ao mesmo tempo com a ajuda de um kit colorimétrico, fornecido pelas lojas de piscinas.

E o cloro?

Outro parâmetro importante para a qualidade da água da piscina é o cloro, um componente com efeito bactericida, fungicida e viricida. Seu uso evita a proliferação de algas, que deixam a água com aspecto esverdeado e se depositam nas paredes da piscina. Os níveis aceitáveis de cloro na água devem ficar na faixa entre 2 ppm e 4 ppm.

O excesso de cloro pode causar ardência nos olhos e irritação na pele porque se mistura aos resíduos da piscina, como poeira, suor, poluição, cremes corporais, entre outros, formando as chamadas clorominas. Além dos incômodos no corpo dos banhistas, elas causam o esverdeamento dos cabelos e desbotamento de roupas. Por causa também das clorominas, a água fica com mau odor, deixando a água agressiva e imprópria para o banho.

Você sabia?

Optando pela utilização do gás de ozônio como tratamento de sua piscina, você elimina em 90% o uso do cloro, evitando assim a formação de clorominas e, por consequência, os problemas provocados por elas. Para isso, você pode utilizar um gerador de ozônio como os desenvolvidos e comercializados pela Wier. Esta é uma tecnologia bastante promissora no tratamento da área de piscina. E o mais importante: é um tratamento natural que não utiliza produtos químicos, já muito utilizado na Europa e em piscinas de competição olímpicas e profissionais, tornando a água muito mais saudável para uso de toda a família.

Terceiro passo

Por fim, o terceiro reúne um conjunto de medidas práticas de cuidados com a piscina. Por exemplo, quando não estiver em uso, cobri-la com uma lona é uma das formas de evitar que ela fique suja. Também deve-se cuidar dos entornos, o que é indispensável, uma vez que a maioria das sujeiras maiores é trazida pelo vento e pela chuva. Outra medida é instalar uma ducha para que o banhista não traga sujeiras e microrganismos para dentro da água evita a proliferação de infecções da pele e a transmissão de doenças.

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