Cloramina na piscina: O que é e como evitá-la com gás ozônio

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É muito comum associar o cheiro forte da água da piscina, que lembra o de desinfetantes, à presença de cloro em excesso. Mas o cheiro é provocado pela cloramina na piscina, causada pelo uso frequente e pela combinação da água com impurezas como urina e suor, principalmente. Mas dos males, o mau cheiro é o menor. Com o surgimento da cloramina, o usuário da piscina passa a sofrer com irritação de pele, nos olhos e nas mucosas. A contaminação, a partir da reação do cloro com as aminas presentes em nossa pele, também provoca ressecamento de cabelo e agrava o quadro de quem sofre algum tipo de alergia.

A solução para evitar a cloramina na piscina é só usar cloro?

Ter uma piscina em casa é um privilégio e faz a alegria de toda a família. Mas para que proporcione sempre momentos divertidos e especiais, é preciso assumir responsabilidades, principalmente com a manutenção e limpeza da água. Evitar a cloramina é um dos cuidados mais importantes. Mas para isso, basta aplicar o cloro?

Num primeiro momento, sim, evita-se o surgimento da cloramina regulando a aplicação do cloro, evitando que fique abaixo do nível ideal que garante a qualidade da água. Nas lojas especialistas em produtos para piscina é possível adquirir kits que ajudem a equilibrar a dosagem de cloro na água. Isso inclui também a medição correta do nível de cloro para chegar ao índice ideal, de 1 PPM a 3 PPM) – menos que isso, é quando surge a cloramina na piscina.

Uma outra forma de combater e evitar a formação de cloramina na piscina é limitar a quantidade de amônia que entra na água, incentivando os nadadores a usar o banheiro e tomar banho com sabão antes de entrar na piscina. Existe também um sistema de tratamento da água da piscina em que se realiza uma supercloração para que as cloraminas fiquem na sua forma mais volátil e, assim, indo para o ar.

Em alguns casos, para que a qualidade da água volte à normalidade sem cloramina, especialistas sugerem um tratamento emergencial com adição de cloro até acima do recomendado. Neste caso, o ideal é que a piscina não seja usada enquanto durar o procedimento. Isto é, enquanto não fizer uma nova medição para saber se o cloro já está no nível correto. Isso porque, ao mesmo tempo em que pode ser a solução contra a cloramina na piscina, o uso do cloro pode também produzir reflexos negativos à saúde por ocorrer de forma errada, em excesso – o que é outro problema para quem tem piscina.

Além disso, é sempre bom lembrar que o cloro é um produto químico e como tal pode gerar inconvenientes e reações nada agradáveis. Por isso, a opção para o dono da piscina é adotar o gerador de ozônio para a água esteja sempre limpa e saudável, livre de bactérias, e de forma 100%. Com o gás ozônio, extremamente oxidante, elimina-se em quase 90% o uso do cloro e assim se tem um controle efetivo que evita tanto o excesso quanto a escassez do produto, o que, por consequência, reduz as chances para o surgimento da cloramina ou a oxida, caso já esteja em ação na água.

Neste processo, uma das possibilidades é utilizar um gerador de ozônio como os desenvolvidos e comercializados pela WIER. Sendo um tratamento natural, sem aplicação de produtos químicos, torna a água muito mais saudável para uso de toda a família. Por isso vem conquistando consumidores residenciais em muitos países da Europa, além de ser adotado também em piscinas de competição olímpicas e profissionais.

Veja em detalhes como age o gerador de ozônio na piscina.

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